Uma revelação do Ser · Parte 1 · A tese

1.6

Quatro testemunhas

Uma dedução não é uma prova. Antes de abrir a codificação espírita para responder à objeção, vamos ouvir testemunhas: quatro fontes distintas, com características bem diferentes entre si, que nunca se conheceram e nada têm a ver com Kardec — Ra, Bashar, Sai Baba e Patanjali.

Ra se comunicava por um processo de canalização em transe profundo. Não se apresentava como uma pessoa: dizia ser um complexo de memória social, conceito explicado no capítulo seguinte.

Bashar se comunica por meio de canalização consciente e se apresenta como um extraterrestre físico — não um espírito desencarnado — de uma civilização que vibra numa faixa de frequência que os nossos instrumentos não alcançam.

Sathya Sai Baba foi um homem indiano, encarnado na Terra, que se tornou um dos mestres espirituais mais conhecidos do século XX. Fundou um ashram que cresceu até se tornar um complexo de hospitais, universidade e serviços para a sociedade, todos gratuitos.

Patanjali é o nome atribuído a quem escreveu os Yoga Sutras, o texto que está na base de todo o Yoga, há quase dois mil anos. Aqui não há canalização nem contato: há um livro — e um autor sobre quem quase nada se sabe, nem mesmo se era uma pessoa ou várias.

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